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Fluxo de caixa para clínica médica: como fazer?

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Toda empresa precisa controlar suas finanças para poder sobreviver — o que não é diferente quando se trata de profissionais da área de medicina que decidem abrir um negócio para prestar seus serviços. Portanto, saber como fazer um fluxo de caixa para clínica médica é fundamental para garantir o sucesso desse empreendimento.

Se você está precisando de dicas nessa área, então não deixe de continuar a leitura deste post, pois certamente você obterá informações valiosas para a administração de seus negócios. Acompanhe e confira!

O que é um fluxo de caixa?

Trata-se de um controle de todas as entradas e as saídas de numerários em sua empresa. Você deve realizar esse procedimento diariamente e com o máximo de rigor possível! Por isso, não pode nenhuma transação sem registro, seja um alto valor obtido com uma complexa cirurgia, seja uma saída mais modesta, como um gasto com combustível para abastecer o veículo da clínica.

O fluxo de caixa permite que você acompanhe a situação financeira de seu empreendimento, de modo a verificar se está trabalhando com folga, podendo honrar com tranquilidade seus compromissos junto a seus credores. O oposto também é possível: o negócio não está sendo bem administrado e corre o risco de paralisar suas operações por falta de disponibilidades (dinheiro em caixa e contas bancárias).

Um aspecto importantíssimo na elaboração desse instrumento de gestão é não confundir as despesas da firma com os gastos e recursos pessoais (dos sócios, funcionários etc.). Sem essa separação, seus registros serão irreais, e você não poderá examinar os resultados efetivos de seu negócio.

Qual é a estrutura de um fluxo de caixa?

No movimento diário de numerários em sua clínica, primeiramente classifique os valores em dois grupos — receitas e despesas —, do seguinte modo:

  • receitas: são os ganhos decorrentes de suas operações principais, como os serviços prestados aos seus clientes e os valores recebidos de convênios médicos;
  • despesas: são todos os gastos necessários para a obtenção de suas receitas, como o aluguel do imóvel onde se situa a clínica, materiais e instrumentos cirúrgicos, salários dos funcionários, impostos etc.

O segundo passo é classificar as despesas em fixas e variáveis. Veja como é fácil:

  • despesas fixas: são aquelas que não se alteram em relação ao volume de suas atividades (por exemplo, tanto faz você atender 10 ou 50 clientes num determinado mês, o valor do aluguel será o mesmo);
  • despesas variáveis: são aquelas que variam conforme a intensidade de suas atividades operacionais (por exemplo, quanto mais operações cirúrgicas você realizar, maiores serão seus gastos com luvas e outros materiais).

A utilidade dessa última classificação é permitir o controle dos gastos que independem de seus serviços prestados. Um nível muito alto de despesas fixas pode comprometer sua lucratividade, principalmente nos momentos de queda de receitas.

Do confronto entre suas receitas e despesas, você apurará o lucro da firma num determinado período. Mas se lembre de que nem todo gasto representa uma despesa imediata, como a aquisição de equipamentos, veículos e móveis — os quais podem ser classificados como ativo imobilizado. Nesses casos, você pode apropriar uma quota (percentagem do valor do bem) mensal ou anualmente a título de depreciação (que é o reconhecimento das despesas referentes a essa categoria de bens).

Como elaborar um fluxo de caixa para clínica médica

Trabalhe com uma planilha (ou com um software específico para essa função), na qual você registrará cada operação, indicando a data, um breve histórico, o lançamento do valor no campo adequado e a correspondente classificação. Feito isso, o próprio programa se encarregará de apurar os saldos, emitir relatórios etc.

Portanto, cuide não só das movimentações atuais, como também das futuras, elaborando projeções de fluxos de caixa, com as entradas e saídas de recursos mais previsíveis. Isso permitirá visualizar a tendência de sua situação financeira.

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Fluxo de caixa para clínica médica: como fazer?
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